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Desenvolvimento com Ruby on Rails

Por Erick Giorgio

Você já programou em Ruby?

O ruby é uma linguagem dinâmica e open source com foco na simplicidade e na produtividade. Tem uma sintaxe elegante de leitura natural e fácil escrita. Lançado em 1995, o Ruby só se popularizou em 2006, depois do surgimento do Ruby on Rails. O criador da linguagem,  Yukihiro Matsumoto, queria criar uma linguagem de script que fosse mais  poderosa do que Perl, e mais orientada a objetos do que Python. Por conta disso ele se baseou nas seguintes linguagens:

Linguagem prática (Perl)
Orientação a objetos (Smalltalk)
Metaprogramação (Smalltalk)
Sintaxe (Smalltalk e Ada)
Tratamento de exceções (Java e Python)

Algumas vantagens de se programar em ruby:
•    Scaffold: maneira simples de gerar um esqueleto do projeto (CRUD)
•    Plugins: reaproveitamento de código de qualidade escrito por outros desenvolvedores
•    3 ambientes: desenvolvimento, testes e produção

Algumas desvantagens:
•    A linguagem depende do framework Rails
•    Pode apresentar falhas de segurança
•    Javascript injection e Cross-Site Scripting (XSS)

Rails não escolheu a linguagem por acaso. O Ruby apesar de possuir certos defeitos, possui poderosos artifícios que tornam a experiência de desenvolvimento algo único. Nele, tudo é objeto, até mesmo os valores numéricos. Além disso, em Ruby a palavra return é opcional e o último valor na ultima linha do método é o retorno do próprio método. Em Ruby é possível estender classes e métodos bem facilmente, ou seja, nada na linguagem – incluindo classes e módulos nativos – é fechado. Para quem está começando a programar e ainda não escolheu a linguagem preferida, o Ruby é uma ótima opção.

Confira alguns sites famosos que utilizam o Ruby on Rails:

• Twitter
• Justin.tv
• Linkedin
• Globo.com
• UOL
• odrible.com
• BlogBlogs
• Abril Digital

Trabalhe com programação em Ruby, clique aqui e encontre diversas oportunidades.

*Erick Giorgio é formado em Ciência da Computação e especialista em desenvolvimento de aplicações para Web

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26 jan 2012 | Postado por em Artigos | 0 Comentários

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