Vercel Daemons agora aceitam liveness checks via HTTP

Os Vercel Daemons passam a permitir a configuração de liveness checks via HTTP. O ponto de partida é um endpoint HTTP no daemon que informe seu estado de saúde. Ele deve ser leve, para responder rapidamente, e retornar um status de erro quando o daemon deixar de estar saudável. O exemplo da fonte mostra um endpoint de saúde mínimo que faz a verificação falhar quando o worker não está mais saudável. Na configuração do daemon, agora é possível usar o valor livenessProbe apontando para esse endpoint. O exemplo da fonte traz um daemon com liveness probe HTTP na porta 1234. A Vercel faz requisições periódicas ao endpoint e reinicia o container do daemon quando a verificação falha. Assim, é possível detectar um daemon que continua em execução, mas não está mais saudável. A documentação de Daemons detalha os liveness checks, incluindo valores padrão e campos opcionais de ajuste.

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Imagem: Reprodução · vercel.com

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RoboBusiness 2026 encerra a marca: evento passa a se chamar Robotics Summit West

No Episódio 267 do The Robot Report Podcast, a equipe editorial, Steve Crowe, Eugene Demaitre, Mike Oitzman e Brianna Wessling, faz um balanço da RoboBusiness 2026. O evento aconteceu de 20 a 21 de outubro, em Santa Clara, Califórnia, e reuniu mais de 2.000 participantes. Entre os destaques estiveram os painéis de keynote, o almoço Women in Robotics, diversas sessões e a área da expo. A palestra de abertura teve Steve Crowe como mediador de um painel com Rodney Brooks, Ken Goldberg e Jonathan Hurst. Também foram citados o painel "Beyond the Demo: AI in Production Robotics", sobre como a IA é usada hoje em robótica de produção, e o painel "RaaS Playbook". O episódio inclui ainda um resumo da keynote "State of Humanoids", feita por Mike Oitzman. Esta foi a 20ª edição da RoboBusiness e também o último evento sob essa marca: ele foi renomeado para Robotics Summit West e acontecerá novamente em outubro de 2027. O episódio apresenta ainda o Robot Operations Group (ROG), grupo multissetorial criado por Florian Pestoni e Joe Wieciek para desenvolver e compartilhar boas práticas de operação de robôs autônomos em escala, que realizou a RoboOpsCon26 no dia seguinte à RoboBusiness. Quem participou com passe de conferência receberá em breve detalhes sobre como acessar o áudio das sessões gravadas.

CEVIU Robótica HumanoideLeitura de 2 min

Redmi Note 17 5G em análise: bateria recorde, mas com vários cortes em relação ao antecessor

Na análise do Notebookcheck, o Xiaomi Redmi Note 17 5G deixou uma impressão ambígua. O intermediário impressionou com mais de 21 horas de autonomia no teste de Wi-Fi, mas isso vem ao custo de várias concessões em relação ao antecessor. A Xiaomi cortou no processador (Snapdragon 4 Gen 4), na RAM, no conjunto de câmeras, nos alto-falantes e no display. Os pontos mais criticados são a remoção da câmera ultrawide e dos alto-falantes estéreo, além do brilho de tela bem menor. O aparelho também apresenta sistema lento, multitarefa limitada e recursos de conectividade defasados, como Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.1. Entre os pontos positivos, a análise cita a construção sólida (225 g, certificação IP65), o display AMOLED com reprodução de cores precisa, a câmera principal com resultados decentes à luz do dia, o suporte de software de longo prazo e o slot para microSD. O principal atrativo continua sendo a bateria de 7.700 mAh, que, segundo o teste, não foi totalmente bem aproveitada devido ao consumo de energia relativamente alto: com cerca de 40% mais capacidade, a autonomia em Wi-Fi subiu apenas cerca de 11% em relação ao Redmi Note 15 5G.

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Produção do Polestar 2 é encerrada na China; nova geração está prevista para 2027

A produção do Polestar 2, primeiro modelo elétrico da marca, terminou em Luqiao, na China. O fim foi confirmado à InsideEVs por um representante da empresa, após reportagem da TV2, da Noruega, divulgada no mês passado. Em seis anos, o modelo vendeu cerca de 200.000 unidades no mundo e disputou mercado com o Tesla Model 3, que era mais barato. O sedã recebeu várias atualizações, entre elas a troca da tração da versão de entrada, de dianteira para traseira, em 2023, enquanto as versões topo de linha mantiveram a opção de tração integral. Também ganhou mais potência e autonomia, chegando a até 314 milhas (estimativa EPA). Nos Estados Unidos, o Polestar 2 foi descontinuado no ano passado, após o aumento das tarifas de importação sobre elétricos fabricados na China. A Polestar também teve negada pelo Departamento de Comércio dos EUA uma autorização sob a Connected Vehicle Rule. A marca segue vendendo elétricos na Europa e em outros mercados. Uma nova geração do Polestar 2 está prevista para estrear em 2027, com design inspirado no conceito Formula 2030. A expectativa é que mantenha a proposta de híbrido entre sedã compacto e crossover, mas a empresa não confirmou o design. O modelo faz parte do plano da Polestar, controlada pela Geely, de lançar quatro novos modelos em três anos. O Polestar 5 e o Polestar 4 já chegaram à Europa neste ano, e o novo Polestar 2 será seguido pelo crossover compacto Polestar 7.

CEVIU Mobilidade ElétricaLeitura de 2 min

AWS afirma ter provado que sua European Sovereign Cloud opera de forma independente em exercício na UE

Em 24 de outubro de 2026, um sábado, a AWS realizou um exercício para demonstrar que a AWS European Sovereign Cloud pode operar sem depender de infraestrutura fora da União Europeia (UE). Segundo a empresa, foi o primeiro exercício técnico público a demonstrar a independência de uma Region de nuvem soberana. A AWS European Sovereign Cloud é uma partição de nuvem nova e independente para a Europa, disponível desde janeiro de 2026, com a primeira AWS Region em Brandenburg, na Alemanha. Ela é física e logicamente separada das demais AWS Regions, sem dependências críticas de infraestrutura fora da UE, e todo o conteúdo e os metadados criados por clientes permanecem na UE. A gestão é feita por entidades jurídicas europeias dedicadas, estabelecidas sob a lei alemã, e a operação ocorre inteiramente na Europa. Apenas residentes da UE localizados na UE controlam operação e suporte, e a AWS faz a transição gradual para que a operação fique exclusivamente com cidadãos da UE localizados na UE. Na operação normal, a nuvem usa dois sistemas globais: o backbone da AWS Global Network e um sistema dedicado, operado pela equipe local da UE, para gerenciar transferências limitadas e controladas de dados operacionais da AWS. Segundo o texto, nenhum dos dois é crítico para o funcionamento. No exercício, a equipe desligou ambos, e o tráfego que normalmente passa pelo backbone foi redirecionado com segurança pela internet pública. Por várias horas, a operação rodou apenas com software e hardware próprios, com equipe residente na UE. As workloads continuaram em execução e os clientes mantiveram acesso aos dados. A AWS informa que não houve impacto na disponibilidade dos serviços na European Sovereign Cloud, em outras AWS Regions nem na conectividade privada via AWS Direct Connect. Ao final, o tráfego voltou ao caminho normal. Segundo a AWS, o exercício foi conduzido de forma aberta, com relato do resultado, e gerou evidências técnicas e operacionais verificáveis. Organizações de setores regulados e do setor público podem levar o resultado a reguladores e conselhos como evidência para documentos de compliance e garantia. O texto traz ainda depoimentos de clientes e parceiros, como a Capgemini, que o considera um ponto de prova importante para organizações europeias com requisitos rigorosos de soberania.

CEVIU Segurança da InformaçãoLeitura de 2 min

Game Off 2026 tem tema SHIFT, mas texto do GitHub Blog traz só lista de links

Pelo título, o tema do Game Off 2026 é SHIFT. O texto de origem, porém, traz apenas uma lista de links de outros conteúdos do GitHub Blog, sem detalhes sobre a edição de 2026. Entre os itens listados estão os dez vencedores do Game Off 2025, escolhidos entre mais de 700 jogos inscritos, todos gratuitos e com código-fonte disponível; o anúncio do tema WAVES da 13ª edição da game jam anual do GitHub, que dura um mês; e os destaques do Git 2.56, versão recém-lançada do projeto open source Git. A lista inclui ainda o OpenClaw, descrito como o projeto de crescimento mais rápido da história do GitHub, com relatos de Peter Steinberger e outros maintainers sobre os primeiros seis meses. Também aparece o que 50 projetos open source aprenderam sobre segurança na era da IA, na Sessão 4 do GitHub Secure Open Source Fund, que combinou fluxos assistidos por IA, expertise dos maintainers, ferramentas de segurança do GitHub, orientação especializada e financiamento.

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OpenAI defende fair use no processo do New York Times e cita amicus briefs de entidades e autores

A OpenAI afirma que o fair use tem papel central há décadas em impulsionar inovações que beneficiam todos, de avanços médicos e científicos a novas tecnologias, inclusive para autores e jornalistas. Segundo a empresa, o processo do New York Times pede que se ignore meio século de história e progresso jurídico e se deixe de lado o princípio do fair use em uma busca restrita por um ganho financeiro que a OpenAI considera imerecido. A OpenAI diz que especialistas e líderes de diversas áreas reconhecem o fair use como benéfico e apresentaram suas posições à Corte em amicus briefs. O texto reúne trechos de manifestações de entidades como American Council of the Blind, Association of Research Libraries, American Library Association, Consumer Technology Association, Business Software Alliance, Engine, Developers Alliance e Foundation for American Innovation, além de Michael Wall, Sarah Rose Siskind, Ron Suskind e Brian L. Frye. Os documentos completos estão no registro público do tribunal. Entre os argumentos citados: o treinamento de IA usa obras protegidas com finalidade fundamentalmente diferente, não oferece ao público acesso substituto a essas obras e não causa o dano de mercado reconhecido pela lei de copyright. Os signatários também afirmam que o caso afeta pesquisadores médicos, educadores, pessoas com deficiência, agricultores, criadores independentes e setores como software e direito, muitos dos quais dependem de sistemas desenvolvidos por terceiros, inclusive open source. Outro trecho rejeita a teoria de market dilution, defendendo que a pressão competitiva agregada de outputs que não violam direitos autorais não configura dano de mercado nos termos de 17 U.S.C. § 107(4). Um dos trechos sustenta ainda que o uso de foundation models por startups demonstra que treinar modelos com obras protegidas é fair use.

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Spend caps do Google Cloud chegam à disponibilidade geral com API, custos em tempo real e reset mensal

O Google Cloud anunciou que os spend caps em Google Cloud Budgets estão em disponibilidade geral. Com o release, é possível proteger workloads contra custos descontrolados sem o risco de exclusão de recursos. Três atualizações, inspiradas no feedback recebido desde a preview inicial, trazem programabilidade, visibilidade em tempo real e guardrails automatizados ao controle de custos. Primeiro, a spend caps API, acessível a partir da Cloud Billing Budgets API existente, permite aplicar limites financeiros por projeto para serviços elegíveis de forma programática, sem overhead adicional. É possível levantar, atualizar ou excluir caps dinamicamente e aplicar um cap automaticamente sempre que um desenvolvedor criar um novo projeto sandbox. Segundo, os spend caps para serviços de IA são acionados em minutos após o uso, com base em custos estimados em tempo real, que agora aparecem diretamente nos Cost Reports. Em vez de esperar horas pelo fechamento dos custos líquidos no billing padrão, dá para ver o snapshot que disparou o bloqueio e fazer uma análise de causa raiz precisa. Terceiro, passam a existir resets mensais automáticos: os caps acionados são zerados e os serviços bloqueados voltam a funcionar no início do mês seguinte. A liberação manual continua disponível para quem exige auditoria antes de retomar as operações. Como boas práticas, o Google Cloud recomenda começar por ambientes de não produção, como sandboxes, clusters de teste e playgrounds de agentes de IA, com caps baixos e rígidos. Alertas padrão são enviados a administradores de billing e donos de projeto em 50%, 80% e 100% do cap, e as permissões de spend caps podem ser adicionadas a custom roles. Os caps interrompem requisições pay-as-you-go e cobertas por CUD ao atingir o limite, mas o Provisioned Throughput nunca é interrompido: requisições com capacidade reservada continuam sendo atendidas normalmente. Os spend caps funcionam em conjunto com o Early Anomalies Detection, formando uma defesa em ciclo fechado para os custos na nuvem. Para começar, basta acessar a página Budgets and Alerts no Google Cloud Billing Console; a documentação da spend caps API já está publicada.

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Cloudflare lança em GA serviços para origens privadas sem expor IP público

A Cloudflare anunciou a disponibilidade geral (GA) dos serviços para origens privadas. Basta apontar um registro DNS com proxy para um IP privado, e a Cloudflare alcança a origem pela conexão Cloudflare One já existente. A origem continua privada, e WAF, caching, bot management e Workers funcionam como em origens públicas. A capacidade estreou em beta fechado em junho, para atender a um problema recorrente entre clientes: APIs internas, backends de agentes de IA, servidores MCP e ferramentas operacionais não foram concebidos para ficar expostos à Internet, mas precisam receber requisições de parceiros, clientes ou agentes. Antes, colocar a Cloudflare na frente desses serviços exigia expor um IP público, abrir uma porta no firewall ou executar o cloudflared junto à origem. Na prática, aplicações privadas muitas vezes ficavam sem as proteções e controles das públicas, como WAF, bot management, rate limiting, caching, aceleração de tráfego, rewrites e Workers. No beta, clientes elegíveis pediam acesso por meio do account team; agora o acesso é aberto além desse grupo. A origem mantém o IP privado, sem exceção de firewall de entrada. Com Cloudflare WAN ou Cloudflare Mesh, também não há software conector a rodar na origem. O fluxo da requisição não muda: terminação TLS, WAF, regras e caching seguem na rede da Cloudflare. O roteamento de rede privada é ativado automaticamente para IPv4 privados RFC 1918, endereços CGNAT RFC 6598 (100.64.0.0/10) e IPv6 unique local RFC 4193 (fc00::/7), e não pode ser desativado nessas faixas; tentativas via API retornam erro. Para origem com IP público acessível apenas pela rede privada, a configuração pode ser habilitada manualmente. Na API, o roteamento privado é um atributo adicional em um registro DNS padrão. Ao identificar o flag private_routing, o proxy encaminha a requisição à camada de rede privada, que usa a conectividade privada do cliente: IPsec, GRE, Cloudflare Tunnel, CNI ou Cloudflare Mesh. Há limitações: Argo Smart Routing e Aegis não são suportados, e health checks de origem exigem Load Balancing. Entre os pré-requisitos estão o entitlement Private Origins na conta, conectividade Cloudflare One (IPsec, GRE, CNI, Cloudflare Tunnel ou Cloudflare Mesh) e Unified Routing habilitado. Com Cloudflare WAN ou Cloudflare Mesh, também é necessária uma rota de retorno para as faixas de origem da Cloudflare (100.64.0.0/12 para IPv4 e 2606:4700:cf1:5000::/64 para IPv6).

CEVIU TILeitura de 2 min

MacBook Pro ganha tela OLED tandem com toque integrado ao painel e pico de 2.000 nits

Os novos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas da Apple usam um painel OLED tandem com brilho de pico de 2.000 nits em HDR e SDR, contraste de 10.000.000:1 e taxa de atualização de 10 a 120Hz. O sensor de toque é integrado ao painel, em vez de ficar em uma camada por cima. Os modelos têm 3 e 4 libras, ganham uma Dynamic Island e rodam M5 Pro ou M5 Max com até 128GB de memória. O preço começa em US$ 2.899, com envio previsto para 6 de novembro.

CEVIU HardwareLeitura de 1 min

O que uma única pessoa consegue operar de fato: o caso do Stelae

O Stelae é um pequeno serviço de hospedagem operado por uma única pessoa. Sem equipe, sem rotação de plantão (on-call) e sem ninguém a quem escalar um problema, a maioria das decisões técnicas do projeto decorre dessa realidade. O sistema parte do princípio de que ninguém estará por perto quando algo quebrar e busca ser tão previsível (boring) que isso não vire um problema. O post discute como essa premissa se traduz no código.

CEVIU EmpreendedoresLeitura de 1 min

GOOGL tokenizado cai quase 12% on-chain após queda das ações da Alphabet fora do pregão

O GOOGL tokenizado recuou quase 12% on-chain enquanto as ações da Alphabet caíam após a divulgação de resultados. Um pool da Uniswap processou cerca de US$ 603 mil em volume em cinco minutos durante o reajuste de preço. O ajuste quase instantâneo mostra que pools de ações tokenizadas on-chain conseguem acompanhar em tempo real eventos de preço da TradFi, sem esperar o próximo pregão. Já os US$ 603 mil em cinco minutos na Uniswap evidenciam os limites de profundidade da infraestrutura atual de ações tokenizadas: com liquidez baixa, as oscilações de preço são amplificadas em relação ao order book da ação subjacente na bolsa.

CEVIU CriptoLeitura de 1 min

Como projetar uma skill: o design por trás das instruções de agentes de IA

Skills de agentes podem ser tratadas como apps cujas interfaces são escritas, em grande parte, por meio de instruções. Nesse cenário, tanto a pessoa que invoca a skill quanto a IA que a interpreta atuam como usuárias. Criar uma skill bem-acabada exige muitas práticas de design já conhecidas: encontrar a forma certa, refinar o copy, criar um sistema visual, antecipar o uso repetido, oferecer customização significativa e testar em diferentes contextos. Instruções precisas importam porque, diante de direções vagas, os agentes recorrem a padrões familiares. Por isso, as skills são um bom lugar para codificar contexto, trade-offs, intuição e bom gosto, algo que prompts isolados não conseguem comunicar de forma confiável.

CEVIU DesignLeitura de 1 min

Como gerar mais downloads de app sem gastar com mídia: transforme comentários em UGC

A tática é converter comentários de alto engajamento em conteúdo de UGC que gera downloads. O passo a passo: responda a perguntas sobre problemas que o seu app resolve, leia o comentário em vídeo, dê a resposta, mostre o recurso do app relacionado à dúvida e indique aos espectadores onde baixá-lo. Um app de planejamento de refeições para famílias adotou a abordagem e passou de 100 mil visualizações em uma resposta a um post que tinha mais de 8 milhões de visualizações e 16 mil comentários.

CEVIU MarketingLeitura de 1 min

Como deixar agentes de IA mais rápidos: lições de 12 meses de experiência

Para ganhar velocidade em agentes, é fundamental saber de qual etapa do inference o projeto depende. Vale conferir os thinking budgets e ler os traces, que muitas vezes trazem insights valiosos sobre o que o agente quer fazer. A recomendação é dar aos agentes as ferramentas que eles querem, e não as que você acha que eles precisam. Hardware mais rápido continua importante. Sandboxing e microVMs aumentam a complexidade, a paralelização ajuda e a otimização clássica de desempenho de software segue relevante.

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Google Data Cloud atualiza BigQuery, AlloyDB Omni, Cloud SQL e Looker com novos recursos em GA e Preview

As equipes de Data Analytics, BI e Database do Google Cloud reuniram as atualizações recentes de produtos. Em 4 de novembro, está previsto o evento Agentic Data Cloud, voltado a líderes de produto e à arquitetura de soluções agentic. Entre 19 e 23 de outubro: o GoogleSQL no BigQuery passou a oferecer suporte a column aliases em cláusulas SELECT e WHERE (GA opt-in), o que evita subqueries aninhadas e simplifica migrações do Snowflake e do Teradata. A cópia de tabelas entre regiões também chegou a general availability, facilitando a replicação regional de dados e a recuperação de desastres. O conversational analytics no BigQuery agora está disponível em Montréal (northamerica-northeast1) e Toronto (northamerica-northeast2), atendendo a requisitos canadenses de residência de dados, e permite exportar respostas do agente (texto, tabelas, gráficos e citações) para CSV ou PDF (GA). O AlloyDB Omni 18.4.0 está em GA e traz o PostgreSQL 18.4 para ambientes self-hosted e multicloud, com a extensão google_insights_v2 para diagnóstico granular da execução de queries e wait events, além de suporte ao Thales CipherTrust Manager para Transparent Data Encryption (TDE), junto com o HashiCorp Vault. No Cloud SQL for PostgreSQL, agora é possível ativar o managed connection pooling em instâncias existentes com Private Service Connect (PSC) para escalar workloads de alta concorrência, e o PSC passou a ser a opção padrão de IP privado em novas instâncias de projetos novos. Em estudo de caso, a plataforma de identidade digital Unico migrou clusters Spark/Scala do Databricks para BigQuery e Spanner, unificando streams de transações em tempo real com analytics em escala de petabytes; a verificação de identidade de baixa latência já evitou mais de US$ 5 bilhões em fraudes. Há ainda um guia para desenvolvedores sobre os Looker Data Apps, com padrões práticos para criar aplicações orientadas por prompt dentro do Looker. Entre 12 e 16 de outubro: os Looker Data Apps entraram em Preview para criar e hospedar, nativamente no Looker, aplicações interativas geradas por agentes a partir de prompts em linguagem natural, do Antigravity CLI ou do Claude Code. Elas permitem testar cenários, ajustar parâmetros e disparar workflows em plataformas downstream, herdando a modelagem semântica LookML, a row-level security e os controles de acesso, sem custo de tokens de LLM em runtime. Também foi publicado um walkthrough de ponta a ponta que mostra como criar, testar e agendar pipelines de machine learning direto do editor de código preferido com o Data Agent Kit, que já está em general availability. Por fim, equipes de dados agora podem gerenciar agentes de dashboard como código, declarando parâmetros, configurações e instruções de prompt junto aos arquivos do dashboard, com Git, revisão por pares, branching e validação automatizada de CI/CD antes que as alterações cheguem aos usuários finais.

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Ghost card: Visa e Mesh transformam saldo de wallet em gasto na rede de cartões

O setor de fintech converge rapidamente em torno de agentes, stablecoins e dinheiro programável. O Muse, da Meta, impulsiona na prática o comércio agentic de consumo, a Ramp avança em infraestrutura de tesouraria e de ativos digitais, e a Mercury ultrapassou US$ 1 bilhão em receita anualizada. Já a Visa, em parceria com a Mesh, converte saldos de wallet em gastos na rede de cartões por meio de "ghost cards", cartões invisíveis. O stack financeiro deixa de ser formado por aplicativos e produtos isolados e passa a se apoiar em movimentação de dinheiro controlada por agentes, crédito embutido, ativos tokenizados e novas camadas de confiança em torno de identidade, permissões e responsabilidade.

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Android Dev Summit: Android Studio ganha suporte a mais de 40 agentes de código e Android CLI chega para qualquer agente

No Android Dev Summit deste ano, o Google mostrou como as ferramentas para desenvolvedores Android estão evoluindo para aumentar a produtividade junto com agentes. Seja no Android Studio ou no terminal com a Android CLI, a meta é dar a você e aos seus agentes as ferramentas e o conhecimento para criar apps Android de alta qualidade mais rápido. O post reúne os anúncios de ferramentas e performance em três frentes: qualquer agente e qualquer modelo no Android Studio; build e deploy de qualquer lugar com a Android CLI, que dá a qualquer agente, terminal ou pipeline de CI acesso de primeira classe ao toolchain Android, inclusive a dispositivos físicos reais; e entrega de apps com mais performance e confiança, do sinal de produção à correção verificada, com ajuda do agente. No Android Studio Rabbit 2, o suporte stable a mais de 40 agentes de código compatíveis com ACP chega por meio do Bring Your Own Agent (BYOA) e do Agent Client Protocol aberto. Os agentes são instalados pelo marketplace em Settings > Tools > AI > Agents, e é possível alternar entre eles. Eles têm acesso ao entendimento do projeto pela IDE, como estrutura e build, resolução de símbolos, Compose Preview, Emulator e Logcat. O BYOA também traz o Google Antigravity ao Android Studio, com acesso aos modelos Gemini mais recentes assim que forem lançados. Há ainda o Change Review, experiência de code review com agente para revisar grandes alterações feitas por agentes (também acionável pelo comando /review, com walkthrough guiado por IA e correção dos problemas encontrados). Entra também o Android Bench 2.0, leaderboard de LLMs que avalia modelos e agent harnesses em tarefas reais e longas de desenvolvimento Android, considerando se a solução funciona, além de custo e tempo. Completam a lista emuladores stable para óculos XR, de áudio e de display, criados direto no Android Studio.

CEVIU Startups, Tecnologia e ProgramaçãoLeitura de 2 min

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Projeção de Halloween com Nemotron transforma a garagem em uma casa rabugenta que conversa com as crianças

A MonsterHouse é uma projeção interativa criada para o Halloween. Ela ouve as crianças que pedem doces, responde com a voz de um velho navio pirata rabugento e se suaviza quando os visitantes lembram das boas maneiras. O sistema é construído sobre o NVIDIA Nemotron Voice Agent, com NVIDIA Nemotron ASR, Nemotron 3.5 Bolt E4B 4GB, Magpie TTS Zeroshot e Audio2Face-3D, e roda em uma única workstation. O autor queria uma interação divertida e diferente, com a casa no comando da distribuição de doces, mais rabugenta do que assustadora. A solução foi dar uma boca à porta da garagem e ensiná-la a reclamar. O Voice Agent fornece a base da conversa: o Nemotron Speech faz a escuta, o Bolt E4B é o cérebro, o Magpie TTS Zeroshot dá a voz em tempo real e o Audio2Face-3D anima a boca de madeira. No pipeline, o Nemotron Speech ASR transforma a fala em texto. O Nemotron 3.5 Bolt E4B 4GB, um small language model aberto para agentes conversacionais, escreve cada resposta, com um adaptador LoRA definindo a personalidade. O Magpie TTS Zeroshot gera a voz a partir de uma curta amostra de referência do personagem, e o Audio2Face-3D converte a fala em animação labial no Unreal Engine 5. O Nemotron 3 Nano Omni descreve as fantasias, enquanto YOLO e ByteTrack contam e rastreiam os visitantes. O Voice Agent coordena tudo em uma workstation com uma NVIDIA RTX PRO 6000 Blackwell Max-Q e uma NVIDIA RTX PRO 4000 Blackwell. Segundo o autor, o rig de animação personalizado foi uma das etapas mais trabalhosas. O personagem foi modelado no Autodesk Maya e exportado para o Unreal Engine, onde entraram fogo virtual e efeitos atrás da porta. Já o Voice Agent tornou a parte que parecia mais difícil algo iterativo e simples, com escuta, conversa e fala prontas de saída. Como o sistema precisava ser autônomo e independente da rede, havia orçamento limitado de memória e compute, e o Voice Agent permite escolher qualquer LLM. No fluxo de conversa, um "please" quebra a resistência de imediato e um "thank you" rende uma despedida calorosa.

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CEVIU Segurança da Informação

AWS afirma ter provado que sua European Sovereign Cloud opera de forma independente em exercício na UE

Em 24 de outubro de 2026, um sábado, a AWS realizou um exercício para demonstrar que a AWS European Sovereign Cloud pode operar sem depender de infraestrutura fora da União Europeia (UE). Segundo a empresa, foi o primeiro exercício técnico público a demonstrar a independência de uma Region de nuvem soberana. A AWS European Sovereign Cloud é uma partição de nuvem nova e independente para a Europa, disponível desde janeiro de 2026, com a primeira AWS Region em Brandenburg, na Alemanha. Ela é física e logicamente separada das demais AWS Regions, sem dependências críticas de infraestrutura fora da UE, e todo o conteúdo e os metadados criados por clientes permanecem na UE. A gestão é feita por entidades jurídicas europeias dedicadas, estabelecidas sob a lei alemã, e a operação ocorre inteiramente na Europa. Apenas residentes da UE localizados na UE controlam operação e suporte, e a AWS faz a transição gradual para que a operação fique exclusivamente com cidadãos da UE localizados na UE. Na operação normal, a nuvem usa dois sistemas globais: o backbone da AWS Global Network e um sistema dedicado, operado pela equipe local da UE, para gerenciar transferências limitadas e controladas de dados operacionais da AWS. Segundo o texto, nenhum dos dois é crítico para o funcionamento. No exercício, a equipe desligou ambos, e o tráfego que normalmente passa pelo backbone foi redirecionado com segurança pela internet pública. Por várias horas, a operação rodou apenas com software e hardware próprios, com equipe residente na UE. As workloads continuaram em execução e os clientes mantiveram acesso aos dados. A AWS informa que não houve impacto na disponibilidade dos serviços na European Sovereign Cloud, em outras AWS Regions nem na conectividade privada via AWS Direct Connect. Ao final, o tráfego voltou ao caminho normal. Segundo a AWS, o exercício foi conduzido de forma aberta, com relato do resultado, e gerou evidências técnicas e operacionais verificáveis. Organizações de setores regulados e do setor público podem levar o resultado a reguladores e conselhos como evidência para documentos de compliance e garantia. O texto traz ainda depoimentos de clientes e parceiros, como a Capgemini, que o considera um ponto de prova importante para organizações europeias com requisitos rigorosos de soberania.

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CEVIU TI

Cloudflare lança em GA serviços para origens privadas sem expor IP público

A Cloudflare anunciou a disponibilidade geral (GA) dos serviços para origens privadas. Basta apontar um registro DNS com proxy para um IP privado, e a Cloudflare alcança a origem pela conexão Cloudflare One já existente. A origem continua privada, e WAF, caching, bot management e Workers funcionam como em origens públicas. A capacidade estreou em beta fechado em junho, para atender a um problema recorrente entre clientes: APIs internas, backends de agentes de IA, servidores MCP e ferramentas operacionais não foram concebidos para ficar expostos à Internet, mas precisam receber requisições de parceiros, clientes ou agentes. Antes, colocar a Cloudflare na frente desses serviços exigia expor um IP público, abrir uma porta no firewall ou executar o cloudflared junto à origem. Na prática, aplicações privadas muitas vezes ficavam sem as proteções e controles das públicas, como WAF, bot management, rate limiting, caching, aceleração de tráfego, rewrites e Workers. No beta, clientes elegíveis pediam acesso por meio do account team; agora o acesso é aberto além desse grupo. A origem mantém o IP privado, sem exceção de firewall de entrada. Com Cloudflare WAN ou Cloudflare Mesh, também não há software conector a rodar na origem. O fluxo da requisição não muda: terminação TLS, WAF, regras e caching seguem na rede da Cloudflare. O roteamento de rede privada é ativado automaticamente para IPv4 privados RFC 1918, endereços CGNAT RFC 6598 (100.64.0.0/10) e IPv6 unique local RFC 4193 (fc00::/7), e não pode ser desativado nessas faixas; tentativas via API retornam erro. Para origem com IP público acessível apenas pela rede privada, a configuração pode ser habilitada manualmente. Na API, o roteamento privado é um atributo adicional em um registro DNS padrão. Ao identificar o flag private_routing, o proxy encaminha a requisição à camada de rede privada, que usa a conectividade privada do cliente: IPsec, GRE, Cloudflare Tunnel, CNI ou Cloudflare Mesh. Há limitações: Argo Smart Routing e Aegis não são suportados, e health checks de origem exigem Load Balancing. Entre os pré-requisitos estão o entitlement Private Origins na conta, conectividade Cloudflare One (IPsec, GRE, CNI, Cloudflare Tunnel ou Cloudflare Mesh) e Unified Routing habilitado. Com Cloudflare WAN ou Cloudflare Mesh, também é necessária uma rota de retorno para as faixas de origem da Cloudflare (100.64.0.0/12 para IPv4 e 2606:4700:cf1:5000::/64 para IPv6).

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CEVIU DevOps

Spend caps do Google Cloud chegam à disponibilidade geral com API, custos em tempo real e reset mensal

O Google Cloud anunciou que os spend caps em Google Cloud Budgets estão em disponibilidade geral. Com o release, é possível proteger workloads contra custos descontrolados sem o risco de exclusão de recursos. Três atualizações, inspiradas no feedback recebido desde a preview inicial, trazem programabilidade, visibilidade em tempo real e guardrails automatizados ao controle de custos. Primeiro, a spend caps API, acessível a partir da Cloud Billing Budgets API existente, permite aplicar limites financeiros por projeto para serviços elegíveis de forma programática, sem overhead adicional. É possível levantar, atualizar ou excluir caps dinamicamente e aplicar um cap automaticamente sempre que um desenvolvedor criar um novo projeto sandbox. Segundo, os spend caps para serviços de IA são acionados em minutos após o uso, com base em custos estimados em tempo real, que agora aparecem diretamente nos Cost Reports. Em vez de esperar horas pelo fechamento dos custos líquidos no billing padrão, dá para ver o snapshot que disparou o bloqueio e fazer uma análise de causa raiz precisa. Terceiro, passam a existir resets mensais automáticos: os caps acionados são zerados e os serviços bloqueados voltam a funcionar no início do mês seguinte. A liberação manual continua disponível para quem exige auditoria antes de retomar as operações. Como boas práticas, o Google Cloud recomenda começar por ambientes de não produção, como sandboxes, clusters de teste e playgrounds de agentes de IA, com caps baixos e rígidos. Alertas padrão são enviados a administradores de billing e donos de projeto em 50%, 80% e 100% do cap, e as permissões de spend caps podem ser adicionadas a custom roles. Os caps interrompem requisições pay-as-you-go e cobertas por CUD ao atingir o limite, mas o Provisioned Throughput nunca é interrompido: requisições com capacidade reservada continuam sendo atendidas normalmente. Os spend caps funcionam em conjunto com o Early Anomalies Detection, formando uma defesa em ciclo fechado para os custos na nuvem. Para começar, basta acessar a página Budgets and Alerts no Google Cloud Billing Console; a documentação da spend caps API já está publicada.

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CEVIU Dados

Google Data Cloud atualiza BigQuery, AlloyDB Omni, Cloud SQL e Looker com novos recursos em GA e Preview

As equipes de Data Analytics, BI e Database do Google Cloud reuniram as atualizações recentes de produtos. Em 4 de novembro, está previsto o evento Agentic Data Cloud, voltado a líderes de produto e à arquitetura de soluções agentic. Entre 19 e 23 de outubro: o GoogleSQL no BigQuery passou a oferecer suporte a column aliases em cláusulas SELECT e WHERE (GA opt-in), o que evita subqueries aninhadas e simplifica migrações do Snowflake e do Teradata. A cópia de tabelas entre regiões também chegou a general availability, facilitando a replicação regional de dados e a recuperação de desastres. O conversational analytics no BigQuery agora está disponível em Montréal (northamerica-northeast1) e Toronto (northamerica-northeast2), atendendo a requisitos canadenses de residência de dados, e permite exportar respostas do agente (texto, tabelas, gráficos e citações) para CSV ou PDF (GA). O AlloyDB Omni 18.4.0 está em GA e traz o PostgreSQL 18.4 para ambientes self-hosted e multicloud, com a extensão google_insights_v2 para diagnóstico granular da execução de queries e wait events, além de suporte ao Thales CipherTrust Manager para Transparent Data Encryption (TDE), junto com o HashiCorp Vault. No Cloud SQL for PostgreSQL, agora é possível ativar o managed connection pooling em instâncias existentes com Private Service Connect (PSC) para escalar workloads de alta concorrência, e o PSC passou a ser a opção padrão de IP privado em novas instâncias de projetos novos. Em estudo de caso, a plataforma de identidade digital Unico migrou clusters Spark/Scala do Databricks para BigQuery e Spanner, unificando streams de transações em tempo real com analytics em escala de petabytes; a verificação de identidade de baixa latência já evitou mais de US$ 5 bilhões em fraudes. Há ainda um guia para desenvolvedores sobre os Looker Data Apps, com padrões práticos para criar aplicações orientadas por prompt dentro do Looker. Entre 12 e 16 de outubro: os Looker Data Apps entraram em Preview para criar e hospedar, nativamente no Looker, aplicações interativas geradas por agentes a partir de prompts em linguagem natural, do Antigravity CLI ou do Claude Code. Elas permitem testar cenários, ajustar parâmetros e disparar workflows em plataformas downstream, herdando a modelagem semântica LookML, a row-level security e os controles de acesso, sem custo de tokens de LLM em runtime. Também foi publicado um walkthrough de ponta a ponta que mostra como criar, testar e agendar pipelines de machine learning direto do editor de código preferido com o Data Agent Kit, que já está em general availability. Por fim, equipes de dados agora podem gerenciar agentes de dashboard como código, declarando parâmetros, configurações e instruções de prompt junto aos arquivos do dashboard, com Git, revisão por pares, branching e validação automatizada de CI/CD antes que as alterações cheguem aos usuários finais.

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CEVIU Mobilidade Elétrica

Baterias de estado sólido: Sunwoda testa células de polímero com clientes, e CATL mantém meta de 2027 com sulfeto

A Sunwoda avança em uma abordagem de compósito de polímero para baterias de estado sólido, enquanto a CATL segue com a química de sulfeto. As duas fornecedoras chinesas desenvolvem eletrólitos e cronogramas de produção diferentes. A divulgação mais recente da Sunwoda confirma que sua bateria concluiu a verificação de projeto e de processo e continua em avaliação por clientes. A CATL mantém a meta de produção em pequenos lotes em 2027. A Sunwoda Electric Vehicle Battery Co., Ltd. (SEVB), subsidiária de baterias automotivas da Sunwoda Electronic Co., Ltd., divulgou a atualização em 30 de outubro, pela plataforma de interação com investidores da Bolsa de Shenzhen. A empresa não identificou as montadoras que avaliam suas células nem informou volumes de amostras. Os testes com clientes já haviam sido relatados em maio de 2026, então a resposta atual é a atualização de um trabalho em andamento, não o início de um novo programa. A CATL reafirmou a meta de 2027 em resposta a investidores em 27 de outubro; seu protótipo de 20 Ah de estado sólido foi apresentado em 2024. A célula Xin Bixiao de 20 Ah da Sunwoda tem densidade de energia reportada de 400 Wh/kg e vida útil superior a 1.200 ciclos sob pressão externa abaixo de 1 MPa. O projeto inclui uma membrana de compósito de polímero de 12 mícrons e um ânodo de silício de alta entropia em escala nanométrica. A célula também passou em teste de hot-box a 200°C. A baixa pressão se relaciona à manutenção do contato entre eletrodos e eletrólito sólido conforme os materiais se expandem e se contraem na carga e na descarga. Alguns projetos com sulfeto exigem pressão externa contínua para limitar a degradação da interface, e esses materiais demandam fabricação com controle de umidade, já que a reação com água pode liberar sulfeto de hidrogênio (H₂S) tóxico. Operar abaixo de 1 MPa pode reduzir os requisitos estruturais do pack, mas os resultados em nível de célula não mostram que o suporte adicional possa ser eliminado, nem demonstram desempenho equivalente em um pack completo de veículo. A SEVB conectou uma linha piloto de estado sólido com capacidade anual de projeto de 0,2 GWh. O roadmap inclui uma bateria de sulfeto de segunda geração visada para 2027 e uma célula acima de 500 Wh/kg para 2030, ambas metas de desenvolvimento, não datas confirmadas de produção comercial. O Shanghai Metals Market avaliou o Li₆PS₅Cl, um eletrólito de sulfeto, em cerca de 3.500 a 4.500 yuans por quilo, contra 30 a 50 yuans por quilo dos eletrólitos líquidos convencionais. Os materiais não são substitutos diretos, mas a diferença ilustra o gap de preço. Na mesma troca com investidores, a Sunwoda foi questionada sobre Li Auto e Xiaomi desenvolverem packs próprios para alguns modelos e disse respeitar as decisões dos clientes.

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CEVIU Startups, Tecnologia e Programação

Android Dev Summit: Android Studio ganha suporte a mais de 40 agentes de código e Android CLI chega para qualquer agente

No Android Dev Summit deste ano, o Google mostrou como as ferramentas para desenvolvedores Android estão evoluindo para aumentar a produtividade junto com agentes. Seja no Android Studio ou no terminal com a Android CLI, a meta é dar a você e aos seus agentes as ferramentas e o conhecimento para criar apps Android de alta qualidade mais rápido. O post reúne os anúncios de ferramentas e performance em três frentes: qualquer agente e qualquer modelo no Android Studio; build e deploy de qualquer lugar com a Android CLI, que dá a qualquer agente, terminal ou pipeline de CI acesso de primeira classe ao toolchain Android, inclusive a dispositivos físicos reais; e entrega de apps com mais performance e confiança, do sinal de produção à correção verificada, com ajuda do agente. No Android Studio Rabbit 2, o suporte stable a mais de 40 agentes de código compatíveis com ACP chega por meio do Bring Your Own Agent (BYOA) e do Agent Client Protocol aberto. Os agentes são instalados pelo marketplace em Settings > Tools > AI > Agents, e é possível alternar entre eles. Eles têm acesso ao entendimento do projeto pela IDE, como estrutura e build, resolução de símbolos, Compose Preview, Emulator e Logcat. O BYOA também traz o Google Antigravity ao Android Studio, com acesso aos modelos Gemini mais recentes assim que forem lançados. Há ainda o Change Review, experiência de code review com agente para revisar grandes alterações feitas por agentes (também acionável pelo comando /review, com walkthrough guiado por IA e correção dos problemas encontrados). Entra também o Android Bench 2.0, leaderboard de LLMs que avalia modelos e agent harnesses em tarefas reais e longas de desenvolvimento Android, considerando se a solução funciona, além de custo e tempo. Completam a lista emuladores stable para óculos XR, de áudio e de display, criados direto no Android Studio.

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